Terça, Setembro 07, 2010
   
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EXISTENCIA

Canto do Escritor - Poesias

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A linha pára,
A letra não corre,
Não se desenvolve.
Some em seu nada.
Não pulsa,
Não vive.
Ela queria tanto sorrir,
Seguir sua trajetória,
E não importaria
a sua beleza.
Queria apenas fluir.
Se deixar levar,
Por um espirito criativo,
Por um coração apaixonado.
Apenas correr sobre a folha branca.
Poderia ser qualquer coisa,
Nem uma ideia, nem uma frase,
Apenas uma palavra.
Que fizesse algum sentido,
Ou mesmo que não fizesse.
Só queria qualquer coisa,
Um sinal,
De que ainda,
pode existir.

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O(A) escritor(a) Eduardo Braune escreve para o Canto do Escritor desde Ter, 22 de Setembro de 2009.

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