Escrito por Lannes Alves de Almeida Sáb, 24 de Julho de 2010 11:21
Minha mente vagando ao léo,
No encalço do azul do céu,
Buscando ser menestrel
E nem dou conta do meu viver.
Ponho meu coração aflito
No desdém do silêncio eu grito
Com a força que quebra o mito
De não ser, quem eu penso ser.
Nunca pensei traçar uma meta,
Andei linhas tortas e não retas.
E ainda nem sei ser poeta,
Quem! Quem sou eu então?
Aflige-me bem forte a alma,
Mas o espírito me traz a calma,
E o perdido por mim, se salva,
Nos rascunhos de uma canção.
Ganho enfim, a leveza da pluma,
Em palavras que junto, uma a uma,
E ao final, quando tudo se arruma,
Sou feliz. Muito mais que eu pensei.
Mas quão estranha é a vida,
Em tempos se apresenta florida,
Em outros, tristonha e sofrida,
Quanto a mim, nem sei se eu sei.
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|Author |2010-07-27 13:13:36 Lannes Almeida
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|Author |2010-07-25 16:06:21 CELLYME
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|Author |2010-07-26 13:53:02 Lannes Almeida
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|Author |2010-07-26 20:32:45 Luzia
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|Author |2010-07-27 13:14:46 Lannes Almeida

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